Este blog visa difundir informações sobre os mais diversos tipos de calçados,couros e componentes, seus usos, normas e tudo mais que envolver a área calçadista, desde usuários amadores até profissionais. LEIA, OPINE E DIVULGUE.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Tênis do De Volta Para o Futuro custa mais de R$ 20 mil
9 de janeiro de 2015

A Nike confirmou recentemente que pretende produzir e vender, ainda em 2015, o tênis usado pelo personagem Marty McFly (Michael J. Fox) no filme De Volta para o Futuro. A notícia instantaneamente ganhou o mundo todo. Aficionados pelo filme, e fãs da marca esportiva, querem por que querem um par.
Mas é possível adquirir um par hoje mesmo em uma loja norte-americana chamada Flight Club. Isso se você estiver disposto a gastar US$ 8,7 mil (para o tamanho 8, segundo o padrão norte-americano). Mas há modelos nos tamanhos 11 e 13, que custam respectivamente US$ 8,2 mil e US$ 9 mil. Isso significa que um par, pelo câmbio desta sexta-feira, pode custar até R$ 24 mil.
O modelo à venda foi uma edição comemorativa lançada pela multinacional norte-americana em 2011 e, ao que tudo indica, não contava com o sistema automático de amarração do cadarço – era apenas uma réplica do calçado do filme.
Nada mal.
Mas o que o empreendedor pode aprender com isso? Não (precisamos) vamos falar que a Nike é uma companhia com atuação global, com estratégia de diversificação cada vez maior de seus produtos. O importante do episódio ‘tênis do filme’ é a capacidade que a companhia desperta, no consumidor, de desejar seus produtos.
E esse é um aprendizado importante para o empreendedor, que se não tem a mesma verba para marketing da companhia norte-americana, pode ter a capacidade de produzir algo que seja inovador – único – interessante – fundamental na vida de qualquer consumidor.
Não será feito isso da noite para o dia e não há uma receita para isso. Mas trabalho duro, pesquisa de mercado, e estar atento às tendências (qualquer uma) ajudam. E muito.
Daniel Fernandes é editor do Estadão PME
Mas é possível adquirir um par hoje mesmo em uma loja norte-americana chamada Flight Club. Isso se você estiver disposto a gastar US$ 8,7 mil (para o tamanho 8, segundo o padrão norte-americano). Mas há modelos nos tamanhos 11 e 13, que custam respectivamente US$ 8,2 mil e US$ 9 mil. Isso significa que um par, pelo câmbio desta sexta-feira, pode custar até R$ 24 mil.
O modelo à venda foi uma edição comemorativa lançada pela multinacional norte-americana em 2011 e, ao que tudo indica, não contava com o sistema automático de amarração do cadarço – era apenas uma réplica do calçado do filme.
Nada mal.
Mas o que o empreendedor pode aprender com isso? Não (precisamos) vamos falar que a Nike é uma companhia com atuação global, com estratégia de diversificação cada vez maior de seus produtos. O importante do episódio ‘tênis do filme’ é a capacidade que a companhia desperta, no consumidor, de desejar seus produtos.
E esse é um aprendizado importante para o empreendedor, que se não tem a mesma verba para marketing da companhia norte-americana, pode ter a capacidade de produzir algo que seja inovador – único – interessante – fundamental na vida de qualquer consumidor.
Não será feito isso da noite para o dia e não há uma receita para isso. Mas trabalho duro, pesquisa de mercado, e estar atento às tendências (qualquer uma) ajudam. E muito.
Daniel Fernandes é editor do Estadão PME
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Nike confirma que vai produzir tênis do filme ‘De Volta para o Futuro’
Por Ligia Aguilhar
SÃO PAULO – A Nike atiçou a internet em 2011, ao lançar um vídeo mostrando uma versão real do tênis Nike Air Mag, modelo que o personagem Marty McFly (vivido por Michael J. Fox) usava no filme De Volta para o Futuro.
Em um evento de inovação na Califórnia, o designer da Nike Tinker Hatfield veio a público dizer que o modelo será fabricado e vendido este ano para celebrar o filme, que se passa em 2015 e sugere uma série de inovações tecnológicas que estariam disponíveis neste ano.
Para quem não se lembra, o sapato de McFly tinha cadarços automáticos que se ajustavam ao pé assim que os tênis eram calçados.
Ainda não há informações sobre a data de lançamento ou do preço dos tênis. O designer disse apenas que ainda “há 11 meses e dois terços de um mês em 2015″, o que não parece ser um indício de que o tênis vá chegar às lojas no curto prazo.
Skate VoadorImportante lembrar que no ano passado a startup americana Arx Pax lançou no Kickstarter uma campanha para financiar o Hendo Hover, um skate flutuante semelhante ao do filme, outra inovação tecnológica mostrada no longa.
A empresa pediu US$ 250 mil e arrecadou o dobro. O produto é previsto para chegar ao mercado no dia 21 de outubro deste ano, a mesma data em que Marty McFly chega no futuro. Não é de se duvidar que a Nike também aproveite a data para lançar o Nike Air Mag.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Saltar em quadra ficou fácil com um revolucionário tênis. Mas a NBA proibiu
Fonte: UOL
- ReproduçãoAPL Concept, o tênis que foi banido pela NBA
Essa é a história do APL Concept, o primeiro tênis a ter seu uso proibido pela NBA por aumentar o rendimento. O veto é de 2010. Segundo a APL, os irmãos Adam e Ryan Goldston tentavam conseguir um selo de aprovação quando, em uma conversa por telefone, ouviram de um representante da NBA que a liga proibiria o calçado por "dar a seus usuários uma vantagem injusta em relação a seus rivais".O ano era 2006. Dois irmãos gêmeos acabavam de sair da faculdade com uma frustração: sem o potencial atlético de seus companheiros, eles raramente entravam em quadra pelo time de basquete do qual faziam parte. Por mais que tentassem moldar o corpo para melhorar o rendimento, existiam limites. O que fazer para mudar isso? Unir ciência e esporte para criar um tênis que, simples assim, os ajudasse a pular mais.
Essa vantagem tem origem nos números apresentados pela APL para elogiar os seus produtos: testes em laboratório dizem que os tênis aumentam de oito a 17 centímetros o alcance vertical dos usuários. De acordo com a AP, que publicou uma notícia sobre o veto, um terço dos novatos de 2010 da NBA chegou a conversar com a marca, para usar os tênis milagrosos.
Com o veto, porém, o tênis saiu do radar dos profissionais. OUOL Esporte conversou com alguns atletas que disputam atualmente o NBB. O único que já tinha ouvido falar do Concept foi o pivô Olivinha, do Flamengo. "Assim que saiu, pensei em comprar e tudo. Mas vi que o pessoal da NBA proibiu os jogadores de usarem. Como, depois da proibição, ninguém falou mais nada, eu desisti".
A própria Liga Nacional de Basquete, que organiza o campeonato brasileiro, afirmou que não existia proibição ao tênis. Mas afirmou que poderia ser feita uma análise caso alguma regra da Fiba fosse quebrada. Especificamente a que fala de equipamento: "qualquer equipamento projetado para aumentar a altura, o alcance dos jogadores ou proporcionar, de qualquer maneira, uma vantagem indevida, não é permitido".
O veto pode ter acabado com o sonho de jogadores pularem um pouco mais alto, mas fez com que a marca lucrasse. Usando como slogan "banido pela NBA", o APL virou um sucesso entre os basqueteiros de fim de semana. A marca vendeu, nos primeiros três dias após a proibição, o programado para nove meses. E essa imagem do tênis para as pessoas comuns segue até hoje. Um dos patrocinados da APL é o baixinho Porter Maberry: com 1,65m de altura, ele dá shows pelo mundo enterrando.
Após quatro anos, eles já estão consolidados no basquete e têm uma linha de corrida, que usa a mesma tecnologia de propulsão para ajudar na velocidade dos corredores. Essa tecnologia, aliás, é curiosa: basicamente é um sistema que usa a pressão feita pelo atleta quando inicia o impulso e devolve isso em forma de energia cinética quando o atleta salta, trabalhando como uma mola. Tênis normais fazem isso, mas estão mais focados no amortecimento do impacto do que na impulsão propriamente dita.
domingo, 9 de novembro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
COMPLEXIDADE DE UM ATLETA
Nos inúmeros momentos em que os participantes de um enfrentamento esportivo tornam-se protagonistas de um lance, seja este com a posse do móvel do jogo ou não, este apresenta, na sua escolha exteriorizada da ação motora final (técnica) um conjunto interdependente de domínios esportivos. Estes domínios podem ser classificados em 4 grande domínios:
· Domínio Físico: V02 máx, Limiar Anaeróbio, flexibilidade, potência, força, velocidade, resistência, outras.
· Domínio Técnico: Ações técnicas da modalidade
· Domínio Tático: Ações estruturadas de acordo com o Modelo de Jogo Adotado (MJA) da equipe em todas as suas esferas:
· Domínio Psicológico: fatores intervenientes da performance esportiva tais como: ansiedade, stress, motivação, autoconfiança, determinação, concentração, atitude, outras.
· Domínio Cognitivo (Inteligência de Jogo): Conhecimento Declarativo, Conhecimento Procedimental, Tomada de Decisão, Antecipação, Memória, Percepção, Elaboração de Plano Mental.
A análise de uma partida ou de um fractal da mesma, assim como seu desfecho é, geralmente, avaliado apenas de acordo com seu sucesso (vitória) ou insucesso (derrota). Sabe-se no entanto que por algumas vezes a primeira pode esconder a escolha errônea de manifestação voluntária de domínios solicitados sendo ainda geradoras de sucesso.

Fig: A complexidade do Atleta em Jogo
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