quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Adidas launches Ultra Boost trainer to "revolutionise running"

January 2015


News: Adidas has revealed its latest running shoe – combining a flexible knitted upper with a new version of its Boost "energy return" midsole that uses a material usually found in car dashboards (+ slideshow).



The Ultra Boost trainer design combines a number of products developed by Adidas' running and research divisions, to create a shoe that the brand says will "boost" a runner's performance by up to 20 per cent.

Related story: Rick Owens pairs springy soles with leather for Adidas SS15 footwear



"Ultra Boost is a system of the most innovative technologies Adidas has to offer," said a statement from the sports brand.



"Following research using the Aramis System used by NASA, Boeing and BMW, Adidas identified areas of strain and tensions experienced by runners. This led to the development of key technologies including a revolutionary Stretch Web outsole. This new type of sole adapts and moves with the foot."



Aramis is a software and hardware system that has traditionally been used to test the aerodynamics and stress performance of objects and materials at high altitudes and speeds.

The brand's research using the technology found that an athlete's foot can expand by up to 10 millimetres or more while they are running, so Adidas redesigned its PrimeKnit upper to provide an adaptive fit. Across the foot, different densities of weave provide varying levels of support based on the data generated by the research.




A perforated stretchy elastic sole has also been developed using the same data, with grips arranged across the bottom of the foot to correspond with pressure points as the foot moves through a stride.

"The new Primeknit upper construction is elastic, yet snug, and fully adapts to the individual foot as it moves. Ultra Boost moves with, not against, the runner's foot," said a statement from Adidas, who added that the design would "revolutionise running".




First introduced in 2013, Boost is a midsole made from a TPU plastic foam cushioning material more commonly found in car instrument panels, replacing the standard ethylene vinyl acetate midsole used in most running trainers. Each midsole is made up of up to 3000 TPU "energy capsules" – small pellets of the rubbery material that has been injected with air bubbles to make it expand, that are then melded together to form a solid springy surface.

This is intended to help provide a high level of returned energy from the impact of each footfall, adding extra power to a runner's stride.




The new version has had its structure improved, and can resist temperatures of 40 degrees celsius down to minus 20, making it fit for almost all terrains and weather conditions.



The Ultra Boost also includes a bespoke solid TPU heel construction designed to enable the achilles tendon to move more freely and naturally.



"Additional external heel clips guide the foot without affecting the comfort in the vulnerable achilles area," explained Adidas. "Ultra Boost features an eye-catching silhouette and stylish design built to look as good as it performs."



The launch is key to Adidas' strategy this year, as the brand attempts to see off competition from arch-rival Nike.



Last year the two brands battled for supremacy at the FIFA World Cup, where Adidas was the official sponsor.

Despite guerrilla marketing campaigns that included kitting out individual teams and star players with boots and 3D-printed kit bags, Adidas was widely considered the winner after its boots were worn by the tournament's biggest goal scorers.




While Adidas claims market dominance in football, Nike is thought of by many as the leader in the running sector of the sportswear industry, following the launch of its popular FlyKnit technology in 2012.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Tênis do De Volta Para o Futuro custa mais de R$ 20 mil

9 de janeiro de 2015

A Nike confirmou recentemente que pretende produzir e vender, ainda em 2015, o tênis usado pelo personagem Marty McFly (Michael J. Fox) no filme De Volta para o Futuro. A notícia instantaneamente ganhou o mundo todo. Aficionados pelo filme, e fãs da marca esportiva, querem por que querem um par.

Mas é possível adquirir um par hoje mesmo em uma loja norte-americana chamada Flight Club. Isso se você estiver disposto a gastar US$ 8,7 mil (para o tamanho 8, segundo o padrão norte-americano). Mas há modelos nos tamanhos 11 e 13, que custam respectivamente US$ 8,2 mil e US$ 9 mil. Isso significa que um par, pelo câmbio desta sexta-feira, pode custar até R$ 24 mil.

O modelo à venda foi uma edição comemorativa lançada pela multinacional norte-americana em 2011 e, ao que tudo indica, não contava com o sistema automático de amarração do cadarço – era apenas uma réplica do calçado do filme.

Nada mal.

Mas o que o empreendedor pode aprender com isso? Não (precisamos) vamos falar que a Nike é uma companhia com atuação global, com estratégia de diversificação cada vez maior de seus produtos. O importante do episódio ‘tênis do filme’ é a capacidade que a companhia desperta, no consumidor, de desejar seus produtos.

E esse é um aprendizado importante para o empreendedor, que se não tem a mesma verba para marketing da companhia norte-americana, pode ter a capacidade de produzir algo que seja inovador – único – interessante – fundamental na vida de qualquer consumidor.

Não será feito isso da noite para o dia e não há uma receita para isso. Mas trabalho duro, pesquisa de mercado, e estar atento às tendências (qualquer uma) ajudam. E muito.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Nike confirma que vai produzir tênis do filme ‘De Volta para o Futuro’

Por Ligia Aguilhar
 FOTO: Divulgação / Nice-Kick
SÃO PAULO – A Nike atiçou a internet em 2011, ao lançar um vídeo mostrando uma versão real do tênis  Nike Air Mag, modelo que o personagem Marty McFly (vivido por Michael J. Fox) usava no filme De Volta para o Futuro.
Em um evento de inovação na Califórnia, o designer da Nike Tinker Hatfield veio a público dizer que o modelo será fabricado e vendido este ano para celebrar o filme, que se passa em 2015 e sugere uma série de inovações tecnológicas que estariam disponíveis neste ano.
Para quem não se lembra, o sapato de McFly tinha cadarços automáticos que se ajustavam ao pé assim que os tênis eram calçados.
Ainda não há informações sobre a data de lançamento ou do preço dos tênis. O designer disse apenas que ainda “há 11 meses e dois terços de um mês em 2015″, o que não parece ser um indício de que o tênis vá chegar às lojas no curto prazo.
Skate VoadorImportante lembrar que no ano passado a startup americana Arx Pax lançou no Kickstarter uma campanha para financiar o Hendo Hover, um skate flutuante semelhante ao do filme, outra inovação tecnológica mostrada no longa.
A empresa pediu US$ 250 mil e arrecadou o dobro. O produto é previsto para chegar ao mercado no dia 21 de outubro deste ano, a mesma data em que Marty McFly chega no futuro. Não é de se duvidar que a Nike também aproveite a data para lançar o Nike Air Mag.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Saltar em quadra ficou fácil com um revolucionário tênis. Mas a NBA proibiu

Fonte: UOL
  • Reprodução
    APL Concept, o tênis que foi banido pela NBA
    APL Concept, o tênis que foi banido pela NBA
Essa é a história do APL Concept, o primeiro tênis a ter seu uso proibido pela NBA por aumentar o rendimento. O veto é de 2010. Segundo a APL, os irmãos Adam e Ryan Goldston tentavam conseguir um selo de aprovação quando, em uma conversa por telefone, ouviram de um representante da NBA que a liga proibiria o calçado por "dar a seus usuários uma vantagem injusta em relação a seus rivais".O ano era 2006. Dois irmãos gêmeos acabavam de sair da faculdade com uma frustração: sem o potencial atlético de seus companheiros, eles raramente entravam em quadra pelo time de basquete do qual faziam parte. Por mais que tentassem moldar o corpo para melhorar o rendimento, existiam limites. O que fazer para mudar isso? Unir ciência e esporte para criar um tênis que, simples assim, os ajudasse a pular mais.

Essa vantagem tem origem nos números apresentados pela APL para elogiar os seus produtos: testes em laboratório dizem que os tênis aumentam de oito a 17 centímetros o alcance vertical dos usuários. De acordo com a AP, que publicou uma notícia sobre o veto, um terço dos novatos de 2010 da NBA chegou a conversar com a marca, para usar os tênis milagrosos.

Com o veto, porém, o tênis saiu do radar dos profissionais. OUOL Esporte conversou com alguns atletas que disputam atualmente o NBB. O único que já tinha ouvido falar do Concept foi o pivô Olivinha, do Flamengo. "Assim que saiu, pensei em comprar e tudo. Mas vi que o pessoal da NBA proibiu os jogadores de usarem. Como, depois da proibição, ninguém falou mais nada, eu desisti".

A própria Liga Nacional de Basquete, que organiza o campeonato brasileiro, afirmou que não existia proibição ao tênis. Mas afirmou que poderia ser feita uma análise caso alguma regra da Fiba fosse quebrada. Especificamente a que fala de equipamento: "qualquer equipamento projetado para aumentar a altura, o alcance dos jogadores ou proporcionar, de qualquer maneira, uma vantagem indevida, não é permitido".

O veto pode ter acabado com o sonho de jogadores pularem um pouco mais alto, mas fez com que a marca lucrasse. Usando como slogan "banido pela NBA", o APL virou um sucesso entre os basqueteiros de fim de semana. A marca vendeu, nos primeiros três dias após a proibição, o programado para nove meses. E essa imagem do tênis para as pessoas comuns segue até hoje. Um dos patrocinados da APL é o baixinho Porter Maberry: com 1,65m de altura, ele dá shows pelo mundo enterrando.

Após quatro anos, eles já estão consolidados no basquete e têm uma linha de corrida, que usa a mesma tecnologia de propulsão para ajudar na velocidade dos corredores. Essa tecnologia, aliás, é curiosa: basicamente é um sistema que usa a pressão feita pelo atleta quando inicia o impulso e devolve isso em forma de energia cinética quando o atleta salta, trabalhando como uma mola. Tênis normais fazem isso, mas estão mais focados no amortecimento do impacto do que na impulsão propriamente dita.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

COMPLEXIDADE DE UM ATLETA


Nos inúmeros momentos em que os participantes de um enfrentamento esportivo tornam-se protagonistas de um lance, seja este com a posse do móvel do jogo ou não, este apresenta, na sua escolha exteriorizada da ação motora final (técnica) um conjunto interdependente de domínios esportivos. Estes domínios podem ser classificados em 4 grande domínios:

· Domínio Físico: V02 máx, Limiar Anaeróbio, flexibilidade, potência, força, velocidade, resistência, outras.

· Domínio Técnico: Ações técnicas da modalidade

· Domínio Tático: Ações estruturadas de acordo com o Modelo de Jogo Adotado (MJA) da equipe em todas as suas esferas:

· Domínio Psicológico: fatores intervenientes da performance esportiva tais como: ansiedade, stress, motivação, autoconfiança, determinação, concentração, atitude, outras.

· Domínio Cognitivo (Inteligência de Jogo): Conhecimento Declarativo, Conhecimento Procedimental, Tomada de Decisão, Antecipação, Memória, Percepção, Elaboração de Plano Mental.

A análise de uma partida ou de um fractal da mesma, assim como seu desfecho é, geralmente, avaliado apenas de acordo com seu sucesso (vitória) ou insucesso (derrota). Sabe-se no entanto que por algumas vezes a primeira pode esconder a escolha errônea de manifestação voluntária de domínios solicitados sendo ainda geradoras de sucesso. 



Fig: A complexidade do Atleta em Jogo