segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Triatleta cria dispositivo que livra o usuário de amarrar o tênis para sempre


SnapLaces dispensa nós, laços e a 'técnica do coelhinho'in

ESTADÃO PME



Divulgação

Um triatleta americano, cansado de perder tempo amarrando seus tênis, inventou uma maneira bem mais simples de fazê-lo. Reggie Senegal inventou um design que utiliza cadarços elásticos e uma peça de plástico que os prende de forma simples e intuitiva.
Para os que não são muito afetados pelo tempo perdido amarrando seu sapato, ele dá uma estatística maluca: uma pessoa pode perder de 2 a 6 semanas da vida apenas na tarefa de amarrar o cadarço.


Veja o vídeo:
http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,triatleta-cria-dispositivo-que-livra-o-usuario-de-amarrar-o-tenis-para-sempre,4694,0.htm


O inventor levou dois anos para aperfeiçoar a ideia, e pede ajuda pelo kickstarter para deslanchar a produção do SnapLaces. Dos US$ 20 mil pedidos incialmente, ele já conseguiu US$ 25 mil. A campanha tem mais 20 dias de duração.

domingo, 17 de agosto de 2014

Tênis é feito 100% com material encontrado no lixo

Agosto de 2014


Muitos materiais que estão nos lixões poderiam ser reciclados, dando vida a novos produtos. Um trio de jovens designers britânicos provou isso, criando uma coleção de tênis feitos apenas com materiais descartados.
Um dos principais materiais usados por eles foi o plástico, proveniente de diversas formas: tampinhas, garrafas, embalagens e muitas outras coisas. Após higienizados e separados adequadamente, todo esse “lixo” foi manufaturado e transformado em uma nova resina plástica.
Com a matéria-prima em mãos, os designers começaram a fabricar o tênis com todos os mínimos detalhes feitos à mão, artesanalmente. Os moldes foram cortados e costurados. O resultado é um modelo casual, colorido e único, pois varia de acordo com os tipos de materiais encontrados.

Foto: Divulgação

Na página do projeto "Everything is Rubbish", o grupo lembra que o plástico leva séculos para se decompor na natureza. Portanto, os impactos gerados por esses resíduos permanecem por gerações. Eles se orgulham de dizer que criaram um produto novo, vindo 100% do lixo.
O trio ainda exalta o fato de que as escolhas, principalmente das roupas, dizem muito sobre os gostos e as preferências das pessoas. O tênis de plástico é uma forma de mostrar que a gestão dos resíduos é algo importante. Além disso, eles utilizaram uma versão alternativa do símbolo e slogan da Nike. Enquanto a marca norte-americana diz: “Just do it” – Apenas faça, os britânicos dizem: “Just Realize it” – Apenas perceba/compreenda, completado por um “You Did It” – Você fez isso.

Brasileiras lançam marca de roupas para ciclistas

 2014 

As atividades que exigem grande movimentação do corpo normalmente requerem roupas específicas e adequadas. Com o ciclismo urbano não seria diferente. É muito melhor pedalar com uma roupa confortável e que, ao mesmo tempo, é bonita e pode ser usada para sair ou ir trabalhar.
Foi com o intuito de desenvolver peças com essas funções e ideais para quem pedala na cidade que surgiu a marca Velô. Recém-lançada, a empresa disponibiliza vestidos, saias, calças e blusas, que aliam alta tecnologia a estilo e funcionalidade.

Foto: Divulgação
Todo o trabalho foi desenvolvido para atender às necessidades de quem mora na cidade e que está sempre se movimentando. “Esse foi um trabalho feito em conjunto. A gente foi perguntando para muitos ciclistas urbanos, pessoas que pedalam por percursos longos, para entender quais eram as necessidades deles”, explica uma das sócias da empresa, Nina Weingrill, que gerencia o projeto, ao lado de sua mãe, Cláudia Weingrill, e da estilista Camila Silveira.
Como o ciclista urbano normalmente pedala com a mesma roupa que vai trabalhar ou sair, o ideal é que a vestimenta também mantenha algumas características de peças esportivas. Por isso, entre os materiais utilizados estão tecidos com proteção UV e tratamento bacteriostático, que não pegam o cheiro do corpo. Outros tecidos usados não amassam e possuem secagem rápida.

Foto: Divulgação
Além disso, as roupas se ajustam bem ao corpo, tornando-as ideais para a prática esportiva. Como um dos itens mais importantes para os ciclistas são os bolsos, a estilista fez questão de inclui-los em todas as criações. Então, vestidos, saias e calças têm sempre um espaço para guardar os objetos em segurança, enquanto o ciclista pedala.
As peças já estão disponíveis para venda através da loja virtual da marca.
http://ciclovivo.com.br/noticia/brasileiras-lancam-marca-de-roupas-para-ciclistas-urbanos.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O grupo LVMH cria o “L’Institut des Métiers d’Excellence” (IME), para garantir a excelência

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Gigante conglomerado de luxo LVMH anunciou a criação de “L’Institut des Métiers d’Excellence” (IME), um programa de formação profissional, que permitirá ao Grupo garantir a transmissão de seusavoir-faire, reforçando simultaneamente os diferentes métiers nas áreas de artesanato e criação entre as gerações mais jovens. A partir de setembro, o IME irá permitir graus acreditados, por meio de estágio remunerado dentro das Maisons do Grupo.
“A LVMH Institut des Métiers d’Excellence “, sublinha o papel fundamental na aprendizagem, de supervisores e de tutores na transmissão do conhecimento e desenvolvimento do savoir-faire. Todos os funcionários do Grupo estão comprometidos com a preservação e enriquecimento do seu património, e são, portanto, um contributo contribuir para esta iniciativa original “, disse Chantal Gaemperle, Vice-Presidente Executivo de Recursos Humanos e Parcerias do Grupo.
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Além disso, o grupo anuncia a assinatura de uma nova parceria com a Escola da Chambre Syndicale de la Couture Parisienne (ECSCP) para lançar a primeira classe CAP em «Costura». Os alunos estarão sob a orientação da Dior Couture e Givenchy, a partir do próximo outono. A LVMH também pretende assinar outras parcerias nas áreas de artigos de couro, visual merchandising e vendas.
Para cada programa de treinamento, os alunos irão beneficiar de um currículo educacional que combina formação teórica e prática em uma escola, bem como a experiência prática dentro das oficinas, das Maisons do Grupo.
By Carolina Vinhas Santos adaptado de 2Luxury2

Serviços de customização é a nova aposta das marcas de luxo

Para agradar clientes cada vez mais exigentes e manter a exclusividade dos produtos diante da globalização, marcas de luxo investem em serviços de customização. Conheça seis grifes que já apostam no segmento!

Publicado em 29/06/2012
Reportagem: Gilberto Júnior - Edição: MdeMulher
Clientes da Louis Vuitton podem estampar as suas iniciais em bolsas da grife
Foto: Getty Images
Já imaginou ter suas iniciais gravadas na bolsa Speedy, da Louis Vuitton, ou em um carré da Hermès? Ou ter milhões (sim, milhões!) de possibilidades de transformar seu trench coat da Burberry? Espalhadas pelos quatro cantos do mundo, as grandes maisons parecem ter encontrado na customização uma forma de agradar clientes exigentes e manter seus produtos - pelo menos os mais tradicionais - mais exclusivos ainda. "A globalização deixou o mercado de luxo acessível a um número maior de pessoas. O serviço personalizado é uma saída para criar peças únicas para consumidores que querem ser diferentes", aponta Christina Pitanguy, consultora de moda, imagem e luxo do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro.

Ao que tudo indica, a indústria da moda está realmente interessada em investir nesse segmento. A francesa Goyard, por exemplo, que chegou ao Brasil há pouco tempo, trouxe na bagagem o Atelier Marquage, que vai funcionar na própria loja, no JK Iguatemi, em São Paulo. "É a primeira vez que colocamos uma oficina de personalização visível em um de nossos ambientes. Queremos que as pessoas saibam que temos esse know-how", comenta Jeanne Signoles, a CEO.

Entre as marcas nacionais, o movimento também começa a ganhar força. O designer Alexandre Birman grava o nome da compradora em sapatos feitos sob medida. A Maria Bonita, que também oferece o serviço deluxe, cobra pela personalização - assim como as marcas internacionais. Mas os valores não entram em pauta. "Cada serviço é único. O pedido é analisado e é passado um orçamento", desconversa Alexandre Aquino, diretor do grupo carioca. Uma raridade na área da customização, o estilista Sandro Barros, ex-Daslu, não cobra nenhum centavo a mais pelos detalhes que borda nos vestidos de noiva de suas clientes.

Segundo Christina Pitanguy, a diferença do preço entre um produto customizado e um ready to wear é totalmente justificável. "Geralmente, o trabalho de personalização é feito a mão no ateliê da etiqueta. Ou seja, não se trata de fabricação em série. É preciso investir em tempo e mão de obra", finaliza. Veja agora o que algumas marcas - nacionais e internacionais - estão oferecendo a clientes que não se incomodam em pagar mais caro quando isso significa levar para casa um produto para lá de exclusivo.
A famosa Goyard desembarca no Brasil dando toque pessoal às charmosas bolsas
Foto: Getty Images

Goyard

A tradicional label francesa Goyard chega ao país com uma loja no badalado JK Iguatemi, em São Paulo, e traz seu Atelier de Marquage para que a consumidora possa dar seu toque pessoal às charmosas bolsas e malas da marca. "O serviço é feito a mão e exige vários dias de trabalho", diz Jeanne Signoles, a CEO. No Brasil, a customização será feita entre 15 e 20 dias. Em Paris, são necessárias seis semanas.

Burberry

Outra marca centenária, a inglesa Burberry, comandada pelo estilista Christopher Bailey, lançou o projeto Bespoke, que permite que os consumidores customizem o tradicional trench coat da grife. No site da etiqueta, o cliente tem a chance de escolher o comprimento do casaco, o forro, os botões, o cinto... Ao todo, são mais de 12 milhões de opções. O custo? A grife prefere não divulgar, já que o número de intervenções influencia o preço final do produto. Mas vale fazer uma simulação no portal.

Louis Vuitton

Em 2009, a centenária Louis Vuitton lançou o serviço de personalização Mon Monogram, hoje presente em quase 100 lojas, incluindo a do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. Sem citar valores, a marca customiza alguns de seus ícones, como a bolsa de mão Speedy, a bolsa de viagem Keepall e a maleta Pégase 55. A cliente pode estampar suas iniciais, com três letras e em dois tons, com listras verticais ou diagonais ou até mesmo uma combinação de iniciais e listras. Disponível em 17 cores, o serviço, já utilizado pela cantora Lily Allen, possibilita mais de 200 milhões de combinações por bolsa!  

Sandro Barros

Depois de responder pela linha couture da Daslu, Sandro Barros abriu recentemente seu espaço solo em São Paulo. O estilista confecciona quatro vestidos de noiva por mês, sempre com algum detalhe especial, como as iniciais da noiva bordadas no véu e o nome das amigas gravado em azul na barra do look - tudo sem acréscimo no custo final. "O mercado de luxo tem de oferecer esses atrativos", defende Sandro.

Maria Bonita

Na Maria Bonita, as peças podem ser confeccionadas em cores e tamanhos diferentes, e os modelos lisos ganham bordados, além de alterações no decote e no comprimento. "Acredito que luxo é exclusividade. A cliente precisa se sentir única", avalia Alexandre Aquino, diretor do grupo. Toda a rede de lojas oferece o serviço, que é feito por uma equipe especializada na fábrica da marca e leva, em média, um mês para ser concluído. Valores? Depende da encomenda.

Hermès

Há um ano, a centenária Hermès encontrou uma maneira de aproximar ainda mais as clientes de seus tradicionais lenços de seda, os chamados carrés. Na loja da Madison Avenue, em Nova York, a consumidora pode customizá-los com iniciais, datas e até uma mensagem especial. O serviço, batizado de Life in Silk, leva dez dias para ficar pronto.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Greenpeace apresenta pesquisa com marcas de luxo da Itália

Lady Gaga usando sobretudo da marca Italiana Valentino, considerada a mais "verde" entre as italianas.
Lady Gaga usa Valentino.
O Greenpeace Itália classificou marcas italianas de alta-costura com base em uma pesquisa sobre três seções das cadeias de fornecimento global das grifes: couro, papel e celulose, e poluição tóxica da água
Em uma nova ação pela sustentabilidade industrial, o grupo ambientalista Greenpeace fez uma pesquisa com grandes marcas italianas do mundo da moda e listou o desempenho destas grifes de luxo de acordo com suas políticas e compromissos com a produção limpa e sustentável.
Grandes marcas italianas da alta-costura foram convidadas a responder o questionário da ONG, com 25 tópicos em torno de três seções:
1. Política de compra de couro, se as peles são provenientes de criações de gado ligadas ao desmatamento de florestas;
2. Origem da celulose usada para fazer embalagens de papel e se também ocasionou a derrubada ilegal de árvores;
3. Qualidade da produção têxtil, para avaliar, por exemplo, o uso de produtos químicos perigosos que possam comprometer os recursos hídricos.
Veja aqui um PDF com a apresentação do relatório
Quem lidera o ranking, apresentando um desempenho “bom” é a grife italiana Valentino.

Valentino

De acordo com o Greenpeace, a marca é transparente sobre seu compromisso com a implementação de políticas de desmatamento zero para o couro e embalagens e procura reduzir ao máximo o impacto ambiental da sua produção de tecidos.

Armani

Segunda colocada no ranking, a grife de Giorgio Armani respondeu apenas parcialmente e com um baixo grau de transparência o questionário, segundo o Greenpeace, embora demonstre comprometimento com a compra responsável de couro e da celulose para fabricação de embalagens, a marca não se posiciona a respeito do uso de produtos químicos nas suas roupas que possam contaminar recursos hídricos em sua produção.

Gucci

A italiana Gucci também está comprometida com políticas que garantam a sustentabilidade de suas matérias-primas. Para alcançar um desempenho mais exemplar, no entanto, a marca precisa abraçar metas de desintoxicação do processo fabril de seus tecidos.

Ermenegildo Zegna

A marca de luxo italiana Ermenegildo Zegna é outra de desempenho mediano quando o assunto é meio ambiente, na avaliação do Greenpeace. A principal crítica feita pela ONG é que a grife ainda não se juntou à campanha de desintoxicação do Greenpeace, Detox.

Versace

A grife de alta-costura comandada por Donatella Versace se empenha em garantir a sustentabilidade da origem do papel que usa em suas embalagens e também do couro. Entretanto, segundo o Greenpeace, a marca ainda não se comprometeu em colocar em prática a política de desmatamento zero e o programa Detox

Salvatore Ferragamo

Famosa por suas bolsas e sapatos ostentados por beldades como Marilyn Monroe, Audrey Hepburn e Claudia Schiffer, a grife italiana Salvatore Ferragamo não convence quando o assunto é meio ambiente. Segundo o Greenpeace, apesar da marca demonstrar preocupação com a origem do papel de suas embalagens, ela ainda carece de um compromisso pelo Desmatamento Zero e pela eliminação de produtos químicos perigosos na fabricação dos tecidos.

Roberto Cavalli

De acordo com o Greenpeace, a grife de alta-costura Roberto Cavalli não forneceu respostas concretas para a pesquisa, tampouco assinou compromissos de desmatamento zero. De acordo com a ONG, “não há garantia de que a empresa possua políticas que asseguram o respeito às florestas e aos recursos hídricos”.

Alberta Ferretti

A lista de marcas reprovadas pelo Greenpeace começa com Alberta Ferretti. Especializada em roupas da moda feminina, a grife não respondeu ao questionário,”recusando-se a compartilhar” informações sobre sua política de compra de couro e celulose e uso de produtos tóxicos na produção têxtil.

Dolce & Gabbana

Outra grife de alta-costura criticada foi a Dolce & Gabbana. Segundo o Greenpeace, a marca “não respondeu” ao questionário, o que, segundo a ONG, demonstra falta de transparência com os consumidores sobre sua política ambiental.

Prada

Símbolo de luxo e status, a grife italiana Prada está longe de ser consideradaecofriendly, segundo a ONG ambientalista. Como suas antecessoras no ranking, a marca não respondeu ao questionário sobre política ambiental.

Trussardi

Fechando a lista de grifes de alta-costura menos verdes, aparece a Trussardi. O mau desempenho deve-se à recusa da marca em responder o questionário de política ambiental, o que, segundo o Greenpeace, demonstra falta de compromisso e transparência com os consumidores.

Fonte: Vanessa Barbos (revista Exame)

Timberland inaugura loja amiga do meio ambiente em NY

A Timberland inaugurou loja em Nova York construída segundo conceitos ecoeficientes, a marca já possui outras lojas eco friendly em  Chicago, Massachussets, Boston e San Francisco nos EUA e também lojas na Polonia e Italia com este conceito.
A nova loja da marca compensa seu consumo de carbono, foi construída com madeiras reutilizadas para balcões, cadeiras e portas da antiga loja e madeira certificada FSC.
O piso é composto de resíduos de construção e utiliza tintas que não agridem a natureza e utiliza lampadas LED de baixo consumo elétrico.
A marca lançou uma coleção de calçados feita com sola de borracha reciclada e revestimento de couro orgânico, livre de produtos químicos em seu curtimento.
Clientes que levarem sapatos antigos da marca ganharão desconto nas compras.
A Timberland também mantém a rede “EarthKeepers” para incentivar mudanças nos hábitos como forma de criar a consciência ambiental nas ações do dia a dia e um blog da comunidade.
A marca incentiva a plantação de árvores, construção de painéis solares, o desenvolvimento de produtos sustentáveis e ação popular no planeta.